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IMC Classificação Obesidade (grau)
Menor que 18,5 Magreza 0
Entre 18,5 e 24,9 Normal 0
Entre 25,0 e 29,9 Sobrepeso I
Entre 30,0 e 39,9 Obesidade II
Maior que 40,0 Obesidade Grave III
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Obesidade e Diabetes Gestacional

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Obesidade e Diabetes Gestacional

Durante a gravidez ocorrem adaptações na produção hormonal materna para
permitir o desenvolvimento do bebê. A placenta é uma fonte importante de hormônios que reduzem a ação da insulina, responsável pela captação e utilização da glicose pelo corpo.
O pâncreas materno, dentre outros mecanismos, consequentemente, aumenta a produção de insulina para compensar este quadro de resistência à sua ação.
Em algumas mulheres, entretanto, estes processo não ocorrem de maneira satisfatória e, associado a outros fatores, levam ao desenvolvimento do quadro de diabetes gestacional, caracterizado pelo aumento do nível de glicose no sangue.
Quando o bebê é exposto a grandes quantidades de glicose ainda no ambiente
intra-uterino, há maior risco de crescimento fetal excessivo (macrossomia fetal) e,
conseqüentemente, partos traumáticos, hipoglicemia neonatal e até de obesidade e
diabetes na vida adulta do bebê.
O Diabetes gestacional materno (GDM), independente do índice de massa corporal
materna, está associado com aumento da probabilidade de obesidade nos filhos entre as idades de 9 a 11 anos, de acordo com o Estudo Internacional de Obesidade Infantil, Estilo de Vida e do Ambiente (ISCOLE) feito com mais de 4.700 crianças, em colaboração com pesquisadores da Ásia, Europa, África, Norte e América do Sul.
O diabetes gestacional pode ocorrer em qualquer mulher. Não é comum a presença
de sintomas. Por isso, recomenda-se que todas as gestantes pesquisem, a partir da 24ª semana (início do 6º mês) de gravidez, como está a glicose em jejum e, na alteração desta ou conforme indicação, a glicemia após estímulo da ingestão de glicose, o chamado teste oral de tolerância à glicose. Algumas mulheres têm maior risco de desenvolver a doença e devem estar mais atentas.
São considerados fatores de risco para o diabetes gestacional:
● Idade materna mais avançada
● Ganho de peso excessivo durante a gestação
● Sobrepeso ou obesidade
● Síndrome dos ovários policísticos
● História prévia de bebês grandes (mais de 4 kg) ou de diabetes gestacional
● História familiar de diabetes em parentes de 1º grau
● História de diabetes gestacional na mãe da gestante
● Hipertensão arterial sistêmica na gestação
● Gestação múltipla (gravidez de gêmeos)
O controle do diabetes gestacional é feito na maioria das vezes através de uma
orientação nutricional adequada. A gestante necessita ajustar para cada período da
gravidez as quantidades dos nutrientes ingeridos. A prática de atividade física é uma medida de grande eficácia para redução dos níveis glicêmicos. A atividade deve ser feita somente depois de avaliada se existe alguma contra-indicação, como por exemplo, risco de trabalho de parto prematuro, o que será definido pelo obstetra.
Aquelas gestantes que não atingem um controle adequado da glicemia com dieta e atividade física podem ter indicação de associar uso de insulinoterapia para o controle do diabetes gestacional. O uso da insulina é seguro durante
a gestação e o objetivo da terapêutica é a normalização da glicose materna.
É importante destacar que a maioria das gestações complicadas pelo
diabetes, quando tratada de maneira adequada, terá um excelente desfecho e os bebês nascerão saudáveis.

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